terça-feira, 6 de outubro de 2009

Questão de tempo


O jogo contra o Bahia teve essa entonação. Tudo uma questão de tempo.

O tempo mostrou, no jogo, que a vitória alvinegra estava desenhada.

A zaga cada vez mais entrosada, filme esse de terror (digamos trash, não terrooooor assim) que desde o começo do campeonato nos dava calafrios, arranjou dentro do próprio grupo a solução para uma boa fase, o nome dele, Roger Carvalho, esse, que contra o próprio Bahia, que no primeiro turno lá em Pituaçu, quase estragou sua estréia, fazendo um penalti que São Wilson defendeu. Toninho e Edson mantiveram as boas atuações.

Wilson só assistiu o jogo.

Roberto Brum sobra no alvinegro... Ufa, mantemos a história de bons volantes no time. Paulinho fez o dele como sempre, agora vai ter que correr o dobro pois Diego Paulista vem ai, o cara tava jogando bem até se lesionar, era o titular de Marcio Araujo, Ricardo Bovio é medalhão e tambem pede passagem...

Maicon "é bola", jogador refinado, precisa de continuidade. Dizem que ele seria a peça do time que sairia para volta de Rafael Coelho, papo para o próximo post.

Lucas aparecia mais com o esquema de Roberto Fernandes, no de Marcio Araujo cumpre mais ordem tática, não é que possa estar em má fase, como dizem alguns corneteiros que não enxergam o jogo, mas é verdade que caiu de produção desse jogo.

Se antes Lucas que era o destaque da ala, nesse segundo turno o negócio virou para o outro lado do campo. Egidio hoje é uma das grandes armas alvinegras, já foi mais "fominha", andou distribuindo umas bolas decisivas, fez até gol, se firma a cada a dia na posição e com destaque. Mas continuo com a minha opnião, que Egidio joga "a mais" do que os companheiros conseguem acompanhar, o cara é muito rápido, ágil, futebol tambem é habilidade, mas nessas épocas de 'necessidade', o resultado é mais importante, precisa aliar esse seu modelo de jogo a necessidade do grupo, não soltar a bola é seu grande defeito, mas enfim, quem não não tem um.

Para o principe fico pensando em mil palavras antes de escrever algo, só vendo mesmo. Fernandes esse jogo não foi tão brilhante, mas é o craque alvinegro.

Schweenck foi um atleta que eu SEMPRE defendi com meus comentarios aqui no blog, uma boa meia duzia de corneteiro do Scarpelli e até de blogueiro tem que se redimir ao cara. Hoje temos um idolo mor que é Fernandes, um idolo do presente que é Wilson e Schweenck desponta como um atleta com a cara do alvinegro, cara de raça, de fibra, que joga para o time, se doa, faz gol, chega no juiz pra pressionar, enfim, é um cara que merece nossos aplausos.


O tempo mostrou, na sequência do campeonato, que o desespero fazia parte do contexto, mas a dor era opcional.

O tempo vai mostrar a nossa força.

O tempo é o senhor dos porquês e das razões.

Vamo Figueira.

Um comentário:

x da questão disse...

Isto que teve uma radio azulada, onde seu comentarista disse que o Figueira teve sorte, por que o Bahia estava jogando melhor, ele viu outro jogo, o que eu vi foi um retranca danada do Bahia.